terça-feira, 26 de maio de 2009

Uma experiência perturbadora

Nós podemos pedir aos nossos guias e mestres espirituais que nos passem ensinamentos de modo a enriquecer o nosso conhecimento do Universo e de modo a obter maior segurança e confiança no que fazemos.

Em 2004, foi-me explicado que tenho a capacidade de chamar, ou a capacidade de "ancoramento" e que se estiver na frequência certa, posso despoletar uma experiência de "contacto".

Aprendi que há alturas mais propicias para que os nossos pedidos sejam atendidos e que as experiências resultantes, sejam vividas de modo consciênte. Tudo isto é muito bonito e benéfico para nós, que queremos aprender, mas devemos ter consciência que não recebemos só o bonito e agradável. Também recebemos o feio e o desagradável, pois tudo no Universo tem estas polaridades.

Ensinaram-me que nem tudo o que nos apresenta como feio e assustador é maléfico ou prejudicial, da mesma forma que nem tudo o que tem uma aparencia bonita e agradável, é benéfico e confiável.

Annael fala muito em "sentir as vibrações emitidas pelos organismos" e pelas situações. Segundo ele, "esse é o método mais eficaz de fazer a triagem".

O que vos vou relatar, passou-se comigo, durante a noite, após de livre vontade ter solicitado instrução. Sei que o relato por si só é de dificil aceitação, mas foi o que vivi nessa noite. Fisicamente deu-me um joelho negro por uma semana bem dorida...

No dia 27 de Setembro de 2008, após me ter deitado, pedi contacto com Annael, o que acabou por acontecer a meio da noite, deviam ser umas 3 da manha. Pedi instrução e senti a presença dele e a de outras pessoas, mas curiosamente, não conseguia abrir os olhos, apesar de estar consciente.

Sei que segundos depois, encontrava-me noutro local, onde tive que me levantar do chão (ainda me encontrava na mesma posição em que estava na cama), tinha Annael por perto e os outros que o acompanhavem estavam mais afastados e meio transparentes.

Esse local tinha uma luz muito forte, que vinha de cima e que se aproximava gradualmente. Olhei e vi que era uma nave..."um disco", pensei eu na altura, que descia sobre o local onde estavamos. Afastei-me, pois os meus sentidos entraram em alerta "vermelho" e tentei me esconder. Annael veio comigo e os outros simplesmente desvaneceram-se em fumo e desapareceram por completo, embora ainda os sentisse.

Surgem pessoas, vindas de trás de nós, nem reparei onde estavam antes e dirigem-se para o local onde a dita nave tinha já pousado, envolta em luz branca, muito luminosa. Senti-me desconfiada e não me aproximei daquilo. As pessoas contentes, receberam aquelas entidades de braços abertos, como se fossem deuses e por isso lembrei-me das descrições alusivas aos deuses antigos do passado.

Sairam da nave três pessoas, muito estranhas, mas só se viam os vultos, por causa da luz que havia por tras delas. Quando tudo parecia estar bem, "um contacto normal", uma dessas entidades agarrou um homem e o atirou para dentro da nave, apenas com o movimento do braço. Todas as outras pessoas começaram a fugir e nem conseguiram se afastar tres metros e já se encontravam no chão, paralizadas por uma energia, sem se poderem mexer, aterrorizadas de medo.

Neste momento, olhei para Annael e disse-lhe que fiz bem em confiar nos meus sentidos, porque aquilo não era nada de bom e porque aquele tipo de energia me parecia de alguma forma, familiar.

"São aqueles a quem chamam de Reptilianos", respondeu-me Annael.
"São deuses do passado", disse-lhe eu, ao que ele me respondeu: "Correcto!. Tal como os "cinzentos", os "Reptilianos" existem no Universo com abundância e contactaram com várias civilizações no passado, incluindo com a vossa. (Como aqui menciono dois tipos de seres diferentes, mais tarde irei fazer um artigo para explicar o que são "Reptilianos" e o que são "cincentos" (Grey´s)).

De repente, dou por mim noutro local, também muito iluminado, desta vez no que parecia ser o interior de um salão, onde eu estava no meio. Havia Reptilianos á volta, a olhar para mim e Annael encontrava-se afastado, ao fundo da sala, a observar tudo o que se passava. Parecia que os outros não o viam.

Oiço uma voz a questionar o meu nome, mas não respondi e limitei-me a olhar em volta. Não via mais nada além do limite da luz. Perguntaram de novo o meu nome, desta vez com mais autoridade e com uma voz mais grave.

Respondi de seguida, mas sempre a olhar para eles em volta.
"Não!" respondeu.me a voz de volta. "Queremos o teu nome! Onde está Annael?"

Estranhei a questão e novamente respondi. De novo a voz respondeu-me: "Não! Esse nome foi-te atribuido por quem te criou na Terra, onde te encontras de momento. Queremos o teu nome de origem e novamente te pergunto, onde está Annael?"

Respondi não saber de Annael e que se ele se quisesse mostrar a eles, já o teria feito e que não seria eu a revelar onde ele se encontrava. Nesse momento, o dono da voz revela-se e aproxima-se de mim com movimentos agressivos e um andar apressado. Assustei-me e com medo, chamei em pensamento por Annael, pois não sabia lidar com aquilo e estava com medo. Annael não apareceu e acabei por ser empurrada com força para o chão, magoando assim o joelho direito. Acabei por ficar sentada no chão, tal foi a força por ele utilizada. Levantei-me devagar, com dor, sempre a olhar para ele e mais uma vez respondi que não iria dizer onde Annael se encontrava.

Mandou-me chamar por ele, pois queriam lhe comunicar algo e eu não o chamei. Fiz essa opção livremente, mesmo correndo o risco de ser novamente agredida fisicamente.

Annael por fim acabou por se "materializar" ao meu lado, revelando-se a eles. Isto fez com que recuassem mais e libertassem mais espaço à nossa volta. Após um breve momento, Annael acabou por se voltar para mim e disse-me que aquilo estava no nosso caminho, como "civilização crescente e activa" e que todos atraem o que está compatível com o padrãos de onda de frequência que emitimos.

Neste caso, referia-se a uma civilização inteira. "Uma invasão!", pensei logo de seguida, mas não entendia o motivo da minha presença ali, no meio deles e daquela situação.

"Porquê este cenário montado?" perguntei-lhe.

"Não é montado. É real! Estás numa realidade paralela e isto está a acontecer-te."

"Qual o motivo da minha presença aqui?" perguntei, na esperança de entender o motivo de tudo aquilo, do medo e dor a que fui submetida e eis a resposta que obtive de Annael:

"Pediste instrução. Chamaste para isso. Eis o que pediste! Estás a aprender. Isto está no vosso caminho. No caminho que optaram por seguir como civilização. Esta é a consequência da vossa escolha!"

Com isto, virou-me costas muito subtilmente e iniciou uma conversa com o outro que me tinha agredido. Minutos depois, ambos se voltam para mim e nesse momento surgem as outras pessoas que se encontravam com Annael no inicio e oiço uma voz dizer

"Sabemos quem és e onde te encontras neste momento. Sabemos quem foste no passado e qual a tua origem. Sabemos porque estás na Terra e porque fizeste essa opção".

Annael mandou o outro afastar-se e criou uma esfera de energia á nossa volta... senti-me quente e segura com ele ali. Perguntei-lhe quem me tinha falado aquilo e o porquê, ao que Annael me respondeu:

"O nome que querem não é aquele que te foi dado na Terra, mas sim o teu nome de origem "Ani Ael". Esse é o teu primeiro nome, o teu nome de origem. Ao o pronunciares, estás a afirmar-te como entidade consciente de quem tu és. És filha da Energia Azul, da nossa energia, cujo despertar já se encontra próximo. Agora vamos regressar e recorda o que aqui viveste e sentiste, pois vais precisar. Esta foi a tua instrução de hoje".

E assim foi...

Regressei ao quarto em segundos. Annael despediu-se "Até breve" e eu voltei-me para o lado da parede e fiquei a pensar em tudo aquilo.

Na manhâ seguinte ao levantar-me, senti dor no joelho direito e ao tirar o pijama, reparei que tinha o joelho negro. Lembrei-me da queda que tinha dado por causa do empurrão daquele ser de aspecto reptiliano e fiquei por momentos a recordar tudo o que aqui relatei. A dor do joelho desapareceu ao fim de 3 dias e o negro desapareceu ao fim de uma semana. Tentei recriar uma "batidela" na parede, mas em nenhum ângulo lá chegava, pois se tivesse batido na parede, teria o negro de estar na lateral e não sobre a rótula. Além disso, a pancada teria de ser forte e isso faria com que acordasse, devido á dor originada. Eu gosto de por tudo o que se passa comigo é prova e claro, neste caso, tive de testar os angulos de incidência relativamente ao joelho e á parede.

De facto, ao olhar para trás e recordar isto novamente, pois registei este evento no meu arquivo particular, constato que ainda não sei identificar o tipo de acontecimento. Foi físico? Foi empirico? Foi um estado alterado de consciência? Uma projecção astral ou desdobramento? Não sei dizer. O que me faz acreditar que isto me aconteceu, é o facto de ter acordado novamente com uma marca física no corpo, a qual não existia antes de me ter deitado.

Se por acaso alguém souber identificar este tipo de situação, informe, pois gostaria muito de poder entender todo o mecanismo por trás deste tipo de coisas.

Yavith

5 comentários:

  1. O estranho é que pelo relato, tudo indica ter sido uma experiência decorrida noutro plano, ou seja, houve o transporte da consciência, para outro nível mais subtil, ou realidade paralela, tal como explicou o seu protector, se é que o podemos definir assim.

    Dá mesmo a entender que não foi algo físico, no nosso plano fisico, mas o que me faz estranhar e querer saber mais, é o facto dessa experiência ter resultado num hematoma no joelho, no qual se aleijou, quando caiu após ter sido emporrada por esse ser reptiliano.

    Isso indica que foi algo real, apesar da experiência em si, ter tido lugar num outro plano de consciência.

    Acredito que isso merecia ser mais investigado, para se poder encontrar mais indicios que nos levassem para uma solução.

    Obrigado pela sua partilha.

    Sorisa

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  2. Adorei seu texto assim como o da KORA.
    Acompanharei eu blog.

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  3. Parece ter sido um "sonho lúcido", mas ao mesmo tempo, parece algo passado noutra realidade. Lá está o que lhe foi dito pelo seu guia, quando ele se refere a uma "realidade paralela".

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  4. Há acontecimentos que por vezes ocorrem durante a vida de uma pessoa, que ficarão por explicar.~

    Nós ainda não temos capacidade de identificar e entender esse tipo de acontecimentos e acho que o seu, que está aqui relatado, é um deles.

    Talvez mais "lá para a frente", a Yavith consiga entender o que viveu e aprender a definir esse tipo de "aprendizagem".

    Boa sorte.

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