sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Sobre ondas de frequência e ondas electromagnéticas



Neste blogue, faço varias vezes referência a "ondas de frequência", "elevação de frequência", "campos electromagnéticos", ondas electromagnéticas" e "energia", entre outras coisas e é por isso, que considero importante deixar aqui uma breve explicação sobre os mesmos, tendo como base parte do conhecimento cientifico actual e disponivel.

Os que olham para um espaço vazio e que acreditam que esse espaço é pura e simplesmente vazio, preenchido de "nada", estão enganados. Nada no Universo é desperdiçado e nada está vazio.

Podemos não ver, mas isso não significa que não esteja lá algo. Tudo á nossa volta é energia, nós somos energia, tudo contém energia em movimento e nós contemos energia em movimento.

O plano físico, onde nos encontramos e tudo o que nele está contido, é a manifestação materializada de energia. A matéria já foi energia, que após certas transformações e reacções específicas, condensou-se de tal forma, que se materializou em matéria física, de tão densa que se tornou.

Tudo à nossa volta vibra, nada é estático ou inerte, pois tudo é vibração que pulsa em diversas ondas de frequência. Até um objecto inanimado produz a sua própria energia, que por sua vez, entra em contacto com o meio ambiente no qual está inserido, interagindo assim com ele e com os seres vivos que nele habitam.

Aprendemos desde cedo, de forma simplificada, que a estrutura atómica básica é um núcleo rodeado de electrões que giram á sua volta, em vários níveis energéticos e como tudo é composto por átomos (o ar, a água, as células, os órgãos do corpo humano, etc), então tudo tem energia, mas com densidades diferentes e comportamentos diferentes.

Assim sendo, tudo pulsa, tudo emite vibrações (positivas e negativas), interagindo assim, uns com os outros, dentro do ambiente onde estão inseridos.

Tal como eu referi acima, a matéria densa que vemos e que nos dá a forma física, já foi energia, portanto, já existiu numa forma mais subtil e livre, que por algum motivo adensou-se e materializou-se.

É importante também termos consciência de que estamos sempre rodeados e em contacto com ondas eletromagnéticas de varios tipos. Ondas essas, que nos são enviadas pelo Sol e por muitas outras fontes, sendo o Sol a maior e a mais importante. Saibam que a vida existente neste planeta, inclusive a dos seres humanos, depende do calor e da luz recebidos através das ondas eletromagnéticas.

Entre a variedade de ondas que recebemos, são de salientar as seguintes:

A radiação electromagnética emitida por átomos de hidrogénio neutro, que proliferam no espaço interestelar da nossa galáxia.

As emissões na faixa de radiofrequencias dos "quasares" (objectos ópticos que se encontram a enormes distâncias de nós, muito além da nossa galáxia, e que produzem enorme quantidade de energia).

Pulsos intensos de radiação dos "pulsares" (estrelas pequenas, cuja densidade média é a volta de 10 trilhões de vezes a densidade média do Sol).

Além destas fontes externas ao nosso habitat, existem outras, criadas pelos seres humanos e que estão por toda a parte. São de referir as fontes de radiação electromagnética, tais como as estações de rádio e de televisão, o sistema de telecomunicações à base de microondas, lâmpadas artificiais, aquecimentos, etc., e claro, as ondas criadas pelo nosso consciente, originadas pelo nosso ego e pelo nosso sistema (físico e subtil), bem como as ondas geradas pela interacção de outros planos com o nosso e, por consciencias que co-habitam connosco ao longo do dia-a-dia e que se encontram noutros niveis de existencia. Mais tarde irei explicar melhor esta parte que quer queiram, quer não, faz parte da realidade e das nossas vidas.

Um bom exemplo de ondas electromagnéticas geradas pelo nosso sistema e que todos conhecem ou já ouviram falar, é o nosso campo aurico (aura), que na realidade é um campo electromagnético criado tanto pelo corpo físico, como pelo nosso sistema subtil.



Uma passagem pelo Espectro Electromagnético





A palavra "espectro" (do latim "spectrum", que significa fantasma ou aparição) foi usada por Isaac Newton, no século XVII, para descrever a faixa de cores que surgiu durante uma experiência, em que a luz do Sol atravessou um prisma de vidro.

Hoje em dia, essa faixa de cores é conhecida por todos nós como "Espectro Electromagnético", que nos descreve a faixa de frequências e respectivos comprimentos de onda, que caracterizam os diversos tipos de ondas electromagnéticas.


Dentro do Espectro Electromagnético, a luz visivel a nós, ou seja, as frequencias que conseguimos captar e ver, corresponde a uma pequena parte do que existe, ficando o restante inacessível a nós, excepto algumas excepções, que conseguem por natureza, aceder a mais algumas frequencias. Vejam na imagem acima a pequena porção visivel.

Sabendo que o ser humano acede e vê uma pequena parte do que realmente existe, imaginem o número de coisas que ainda não conhecemos. Por isso eu digo: "Entre a realidade que vemos e a realidade que ainda não conhecemos, existe um Universo a ser descoberto".

Voltando às ondas electromagnéticas... no vácuo, por exemplo, têm a mesma velocidade de propagação. O que muda é a frequência de acordo com a espécie e, consequentemente, o comprimento de onda. Quanto mais curta for a onda, mais elevada é a frequência e quanto mais comprida for a onda, mais baixa é a frequência.

Num individuo que esteja a vibrar numa frequência elevada (energia positiva), as ondas geradas são curtas e mais frequentes. Quanto mais curtas e frequentes, mais elevada se torna a frequência. O ser humano fica livre de qualquer contaminação por parte de energias densas (negativas).

Num indivíduo que esteja a vibrar numa frequência baixa (energia negativa), as ondas geradas são longas e menos frequentes. Quanto mais longas e escassas, mais baixa se torna a frequência. Neste caso, o ser humano fica sem defesas e vulnerável a qualquer tipo de ataques ou influência, por parte de energias mais densas (negativas).

De certeza já ouviram falar no "estado vibracional" ou em "elevar o estado vibracional", para criar uma defesa psiquica e energética, ou para facilitar o contacto com realidades e consciencias mais "subtis". Isto rege-se pelo mesmo principio que descrevi acima. O "estado vibracional" é na realidade um padrão de ondas electromagnéticas, gerado pelo nosso sistema natural, mas sujeito a alterações vindas do nosso consciente. Quem costuma praticar a chamada "Viagem astral consciente", sabe que passa primeiro por esta alteração vibracional.

Na imagem abaixo, podem ver a diferença que existe, entre ondas de baixa frequencia (em cima) e ondas de alta frequencia (em baixo).




Portanto, podemos dizer que:

A "frequência" é o número de ocorrências num determinado intervalo de tempo. Por exemplo, o número de vibrações por segundo de uma onda, medida através da unidade "Hertz (Hz)".

A "luz" é energia que percorre o espaço, sob a forma de ondas, que podem ser longas ou curtas. Quanto mais pequena for a onda, maior é a sua frequência e quanto maior for a onda, menor a sua frequência.

Conclusão:

Há muita coisa ainda por descobrir pelo ser humano, pois ele só conhece uma pequena parte do seu mundo, da sua realidade. Este artigo serve apenas como uma chamada de atenção, pois é necessário ter consciência de que a realidade é de facto muito maior e muito mais complexa do que aquela em que acreditamos como sendo a verdade absoluta.

Vivemos constantemente rodeados por vibrações, por varios tipos de energia. Somos receptores e somos também emissores. Somos antenas, mas também somos geradores, tal como acontece com todos os seres vivos do planeta e do Universo. Somos diferentes apenas na matriz energética, que nos define como consciencia individual, que nos identifica como se fosse uma impressão digital e é essa matriz que se revela em parte, no campo aurico, por exemplo.

Uma "leitura de aura", bastante na moda actualmente, é feita através da matriz que se manifesta na aura e que permite aceder ao "histórico" da pessoa a ser "lida".

"Não vemos, logo não existe", "não conhecemos, logo não existe"... não podemos continuar a pensar assim. Devemos sim, procurar conhecer, pesquisar, experimentar, testar para obter resultados.

Deixo-vos esta frase de Annael, para que entendam o que pretendo dizer com a conclusão deste artigo:

"Há mais sobre o Universo, do que aquilo que julgam saber".

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